Rua do Cardal da Graça 22A | Lisbon, Portugal.


Ondular, to wave, in Portuguese.
I particularly love the sound of this word in Italian (my mother tongue) and Portuguese (the tongue that cohabits in my mind with Italian when I think, love, eat, draw, sleep, get angry, and sing).
Ondulare, ondular, as the substantive onda, the wave.




For me ondular describes perfectly the dance of our existence. And especially to this dance my art is dedicated. A warm and sensual dance sometimes, a ferocious and aggressive when we are not prepared.

Ondular, as departure and return. Is the movement of my hairs and thoughts. Is the movement of my hips when r’n’b or African music start to play...
Ondulados (wavy) are my feelings and states of mind. Ondulados are the countless people living inside the borders of my body. The thousands of moods and universes I visit every week, or day, or minute, or seconds.




Ondular is a part of the nature of the matter, as physics explains.
Ondular is a wish. Is the desire to get the ability to flow, whatever happens, whatever you expect, look for. Is the ability to be as wide and fluid as the ocean. Is the consciousness that there is something beyond.

But Ondular contains the word lar too (just for a simple wordplay), very close to the notion of home, in English. The etymology of the word lar goes back to the Latin household deities called Lares, the protectors of the house and the family.




As in nomine numini (in the name the destiny), OnduLar Ateliê is a place of flowing but also of rooting. It is my personal workplace, but also a space of sharing and exchanging, meant for new artistic and cultural projects in Lisbon.
It is also a little gallery for other artists, even the ones who never exposed and never find the courage to expose themselves.

Follow the news and activities on
https://www.facebook.com/OnduLarAtelie

 


Ondular. Ondulare.
Amo o som desta palavra em italiano e em português (a língua que mora na minha mente junto com o italiano quando penso, amo, desenho, durmo, estou com raiva e canto).

Para mim, ondular descreve perfeitamente a dança da nossa existência. E a esta dança dedico o meu trabalho. Uma dança sinuosa e aconchegante às vezes, ou feroz e agressiva quando menos esperamos.

Ondular, como partir e retornar. Como o movimento dos meus cabelos e pensamentos. É o ritmo das minhas ancas quando o r'n'b ou a música africana começam a tocar...
Ondulados são meus sentimentos e estados mentais. Onduladas são as inúmeras pessoas que vivem dentro das fronteiras do meu corpo. Os milhares de humores e universos que eu atravesso cada semana, ou dia, ou minuto, ou segundos.
Ondular é uma parte da natureza da matéria, como a física explica.
Ondular é um desejo. É o desejo de obter a capacidade de fluir, aconteça o que acontecer. Apesar da procura. É a capacidade de ser tão vastos e fluidos como o oceano. É a consciência de que existe algo além.

Mas Ondular contém a palavra lar também, apenas por um simples jogo de palavras. A etimologia da palavra lar remonta às divindades latinas, denominadas Lares, protetores da casa e da família.

Como in nomine numini, OnduLar Ateliê é um lugar de fluxo, mas também de raízes. É o meu local de trabalho pessoal, mas também um espaço de partilha e de intercâmbio, destinado a novos projetos artísticos e culturais em Lisboa.
É também uma pequena galeria para outros artistas, mesmo aqueles que nunca expuseram e nunca encontraram coragem para se exporem.

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Photo by Chiara Falcone